Não sei ao certo do que sinto falta. Talvez não seja de nada. Pergunto-me sempre se o que eu sinto faltar, não é na verdade algo que nunca tive, e às vezes isso me parece plausível. Não sei bem como resolver, apenas sinto, e sinto muito. Acho que sou muito vulnerável, alguém a espera. Queria na verdade alterar isso, modificar, inverter. Não tenho conseguido êxito nessa situação. E ela permanece como uma doença crônica, às vezes despercebida, mas sempre presente.
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